Um sopro de brisa fria atravessa a porta entreaberta. Lá dentro, velas acesas, copos meio cheios e palavras que ardem na garganta. Esta vela é uma homenagem às noites boêmias, cheias de alma, mistério e poesia, como as que inspiravam Álvares de Azevedo.
A abertura traz o frescor do limão e da bergamota envoltos por especiarias quentes, como o ar cortante ao entrar em uma taverna acolhedora, onde o tempo parece parar.
O corpo revela notas licorosas, orquídea negra e pimenta preta: uma mistura sedutora e intrigante, que evoca olhares cruzados à meia-luz, taças tilintando e histórias sussurradas em tom de segredo.
Ao fundo, baunilha e sândalo trazem o calor, enquanto musk e tabacco acrescentam profundidade e nostalgia, como páginas de um diário antigo, lidas sob a luz trêmula de uma vela.
Um aroma para noites longas, ideais para quem carrega poesia nos olhos e tempestade no peito.
Notas olfativas:
Saída: limão, bergamota, especiarias
Corpo: orquídea negra, notas licorosas, pimenta preta
Fundo: vanilla, sândalo, musk, tabacco
Intensidade: média
Pavio de algodão | 180g
Feita à mão com ceras vegetais.
Podem ocorrer pequenas variações de cor por se tratar de um produto artesanal.
Para uma queima segura e encantada
– Deixe a cera derreter até as bordas na primeira queima.
– Apare o pavio a 0,5 cm antes de reacender.
– Evite queimar por mais de 3 horas seguidas.
– Não acenda com menos de 0,5 cm de cera no fundo.
– Mantenha longe de cortinas, crianças e animais.